Grito! Falado e ouvido.
Parei, pensei em gritar, gritei! Então vi que mudei, falei bem alto para que todos ouvissem, antes que o moro desabasse e a água acabasse, porque amanhã o Sol nasce e a criança nasce.
Andei, pensei em falar, então ouvi, parei e percebi, que mesmo o moro desabado, não estava tudo acabado, fato falei, gritado mais uma vez, aonde houver uma chama daquela esperança de que um dia todos tivessem, Empatia!
Quando fecho os olhos, ouço os grilos, sapos e afins que certa hora uma natural sinfonia forma, quase me dizendo, estamos morrendo.
O verde vivido se tornando cinza-opaco, o rio cristalino sendo defecado, a vermelha terra pisoteada, não sangra, a planta tem sede e saudade de quando ainda tinha diversidade.

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