Lua Azul
Posted on terça-feira, 9 de março de 2010 by John Montmor |
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Pirando na batatinha
Luar do atropelado
Posted on sexta-feira, 1 de janeiro de 2010 by John Montmor |
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Pirando na batatinha
Quando vejo seus olhos me entristeço por todos os dias que deixei de olhá-los, então me conforto nos braços-raios daquela que sempre vi e nunca entendi como seu beijo doce, porém fascinantemente inexplicável ao um leigo homem, que se contenta com a Lua ao invés da mulher nua, que o clama alto sussuradamente em seus ouvidos, contando-lhe seus mais íntimos desejos, medos e paixões, astro Rei que um dia possa ter as duas nuas na terra e céu, uma comunhão de espírito e carne que jamais será desdenhada por esse sonhador que tenta falar com os astros para que iluminem seu caminho até daquela que um dia poderá olhar no fundo de seus olhos procurando sua alma e rasgar o grosso véu de seus pensamentos e sentimentos, por fim alcançar seu coração e roubá-lo como fez certa vez sem esforço.
A Brisa
Posted on by John Montmor |
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Pirando na batatinha
Semente entranha.
Posted on terça-feira, 29 de dezembro de 2009 by John Montmor |
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Pirando na batatinha
Frutos ela tinha dado, raízes criado, seus frutos eram doces e sua sombra ampla, algo de diferente ela tinha, encostado nela um susto levei...
Ela falou comigo, rápido perguntei, que árvore é você?
- Sou a árvore que alimenta suas idéias, afinal foi você que me trouxe a luz e a água não se lembra?
Lembrei, semente estranha que plantei, o rio ao lado imaginei, mas como a luz chegou até aqui?
- Calor é o que mais tem, porém a luz que tem e a luz do principio, aquele fraguimento que inicia o maior presente, a vida! Como eu que gero frutos, mas eu sou um fruto de idéia tua apenas, faço o que você imagina, já vi de tudo, tempestades de raios, chuvas de sangue, céu estrelado e terremotos, contudo já vi o brilho aconchegante do Sol e a beleza inspiradora da Lua, o amor de uma mulher nua, o grito do coração e a calma da razão, mas estou triste, uma coisa já mais vi, todos me falam dele, vejo a montanha que dizem estar no topo, cresci pensando em um dia ver aquele que realmente nos fez, eu, você e tudo que há aqui, olhei você tentando subir, parece difícil sei que tenta, então percebi que nunca vou velo com meus olhos de macieira, mas estou contigo, coma e beba e quando chegar lá no topo grite bem alto como um trovão, pois se meu criador lá chegar eu também cheguei assim saberei; Espírito!
Grito! Falado e ouvido.
Posted on by John Montmor |
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Pirando na batatinha
Parei, pensei em gritar, gritei! Então vi que mudei, falei bem alto para que todos ouvissem, antes que o moro desabasse e a água acabasse, porque amanhã o Sol nasce e a criança nasce.
Andei, pensei em falar, então ouvi, parei e percebi, que mesmo o moro desabado, não estava tudo acabado, fato falei, gritado mais uma vez, aonde houver uma chama daquela esperança de que um dia todos tivessem, Empatia!
Quando fecho os olhos, ouço os grilos, sapos e afins que certa hora uma natural sinfonia forma, quase me dizendo, estamos morrendo.
O verde vivido se tornando cinza-opaco, o rio cristalino sendo defecado, a vermelha terra pisoteada, não sangra, a planta tem sede e saudade de quando ainda tinha diversidade.
Chuva
Posted on quinta-feira, 17 de dezembro de 2009 by John Montmor |
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Pirando na batatinha
A Felicidade
Posted on segunda-feira, 28 de setembro de 2009 by John Montmor |
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Pirando na batatinha
A felicidade não é algo estático, simplesmente conquistada como um troféu, a felicidade é um quebra cabeça muito grande tão grande que nem se vivêssemos por duzentos anos poderíamos completá-lo, mas cada peça tem um significado é um momento feliz em sua vida.
Ao longo da vida vamos reunindo mais peças e mais lembranças e assim constituindo nossa própria e original felicidade com nossas vontades, amores, amizades e muitas outras, algumas nem nome possuem por serem sentimentos muito particulares.
Mais importante do que o final de sua jornada e a concretização de seus sonhos, metas e objetivos, são as peças que reuniu em seu caminho. “O caminho para a felicidade é o próprio caminho".
