Correntes

Posted on quinta-feira, 25 de março de 2010 by John Montmor | 1 comentários
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Caminhei o sobre o vale sombrio aonde tudo foi, é e será sempre o cinza mais opaco.

Correntes cravadas em minha carne, lentamente andava sentindo o músculo rasgar aos poucos, porém nunca sedia o peso daquele fardo que havia criado.

A mirra que queimou, queima e arderá em meu templo, fixei meus olhos cansado e amarelos sobre a brasa viva, vivo e sobrevivo em um ciclo eterno, porque esperar, tive que sangrar até gritar, para nascer, caminhar e poder me machucar na brasa, sentir sua dor me fez sorrir, pois se dor sinto, humano de novo!

Pude renegar as correntes do passado, do presente e do amanhã, saiu de minha condição de menino que chora pelo sorvete não comprado e encontra o homem que pode ser realizado!

1 comentários:

Unknown disse...

Mando bem Pig! ;D

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